
exposições permanentes . do engenho à fábrica

Casa da máquina
Importante também o circuito de água inerente aos dois processos de fabrico (desde o açude, levadas e roda hidráulica), que fornece a energia hidráulica necessária para o moinho de galgas, a pila holandesa e a roda do maxão, sendo a máquina contínua accionada por energia eléctrica.

Roda hidráulica do Museu do Papel
O Museu do Papel possui uma exposição permanente dedicada à produção proto-industrial e industrial de papel, localizada numa antiga fábrica de papel, fundada em 1822 e que se manteve em laboração até 1989.
A exposição permanente mostra as duas fases mais marcantes da História do Papel em Portugal: a produção folha a folha (1822 - 1916), de carácter proto-industrial, no espaço manufactureiro oitocentista do Engenho da Lourença, e o fabrico industrial (1916 - 1989), no espaço fabril da Casa da Máquina, o qual integra uma máquina contínua de forma redonda.
Esta exposição é composta por peças e maquinaria respeitantes ao processo de fabrico industrial, estando estas colocadas in situ de acordo com as fases deste processo, e também por peças oriundas de diferentes fábricas de papel, não só da região das Terras de Santa Maria, como dos principais pólos papeleiros do país.

Casa da máquina
Ambos os processos de produção recorrem a equipamentos feitos em madeira de pinho e ferro, como a tesoura de cortar o trapo e, em ambos, a desintegração das fibras da matéria-prima (trapo de algodão / séc. XIX; trapo de algodão e papel velho / século XX) é feita através da pila holandesa, vulgarmente chamada de cilindro, introduzida no concelho de Santa Maria da Feira, nos primeiros anos de 1800, pelo Padre José Pinto de Almeida, da fábrica do Engenho Novo, em Paços de Brandão.
Salienta-se também o moinho de galgas, só introduzido na indústria do papel desta região em finais do século XIX, e os diferentes espaços do processo de fabrico, como a Casa do Espande, destinada à secagem, e a Casa do Lixador, destinada à escolha e embalagem do papel.
Salienta-se também o moinho de galgas, só introduzido na indústria do papel desta região em finais do século XIX, e os diferentes espaços do processo de fabrico, como a Casa do Espande, destinada à secagem, e a Casa do Lixador, destinada à escolha e embalagem do papel.
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| Casa do Espande | Casa do Lixador |
Importante também o circuito de água inerente aos dois processos de fabrico (desde o açude, levadas e roda hidráulica), que fornece a energia hidráulica necessária para o moinho de galgas, a pila holandesa e a roda do maxão, sendo a máquina contínua accionada por energia eléctrica.

Roda hidráulica do Museu do Papel











