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comemorações do dia internacional dos museus
 
 
 
 
   
 
 
 
   
 
 
17 maio
comemorações do dia internacional dos museus

10h00»12h00 e 14h00»16h00

 

à quinta na fábrica _ museu do papel

 

Com todas as máquinas do processo de fabrico em funcionamento, o visitante pode sentir como eram realizadas as diferentes tarefas da produção do "Papel Pardo", utilizado nas antigas embalagens e sacos de papel. Poderá ainda experienciar "Botar" papel a secar na "Casa do Espande", como as antigas "Botadeiras" o faziam.
 

... novamente em 28 de junho

 

   
 

 

18 maio
dia internacional dos museus
visitas grátis
entrada livre
horário

09h30 » 17h00
 

 O Dia Internacional dos Museus, anualmente celebrado a 18 de maio, foi criado em 1977 pelo ICOM – Conselho Internacional de Museus, com o objetivo de promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos Museus no seu desenvolvimento. 

 

Neste sentido, para 2018, o ICOM propõe o seguinte tema:

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos.

 

Os museus, enquanto parte integrante das suas comunidades, não podem alhear-se da rede global de conexões que caracteriza a sociedade contemporânea, quer no que respeita ao modo de interpretar e apresentar os seus acervos, quer no que se refere aos meios utilizados para cativar novos públicos. A digitalização das coleções, a presença de elementos multimédia nas exposições ou o hashtag são apenas alguns dos recursos proporcionados pelas novas tecnologias.

No entanto, a hiperconectividade dos museus deve ser também entendida no sentido de estes alcançarem uma aproximação mais abrangente aos vários setores da sociedade, cada vez mais sujeita a transformações, nomeadamente com o aparecimento de novas minorias, grupos étnicos ou instituições locais.

 

   
 
 
 
 
 
 
19 maio
noite europeia dos museus
entrada livre
horário

22h00 » 02h00

O turno desta noite
terá uma cor e um final diferente.

A cor é conseguida pela exposição pontual de marionetas ao longo do percurso da visita que vão encaminhando tematicamente os visitantes numa romagem até ao momento final.

Após a visita aos diversos espaços do museu, o público é remetido ao local onde encerra a visita. Aqui é apresentada uma função de teatro de marionetas inspirada nas que eram feitas há mais de 100 anos. Diz-se que grupos de bonecreiros e artistas ligados à arte das marionetas animavam os finais de grandes safras laborais, bem como as romarias e feiras populares. Eram a alegria do comum trabalhador e do povo. 

Quem dava as melodias para as animações com as marionetas eram trupes de músicos que criavam a banda sonora em tempo real, semelhante ao que acontecia no cinema mudo.

Neste turno Rui Sousa recria as estruturas da época bem como os temas explorados à época e João Sylva ilustra musicalmente com instrumentos acústicos e eletro-acústicos.

Cria-se então o ambiente propício de lazer ao público que simboliza o povo que encerra um turno de trabalho.

 
 
   
 

11 maio 31 maio
entrada livre
horário

3ª_6ª 09h30 » 17h00
sáb_dom 14h30 » 17h30 
 
 
A presente exposição articula dois meios ou formas de expressão artística de cariz mais pessoal, os  
diários gráficos e os autorretratos, com vista a trazer uma reflexão sobre o que somos enquanto  
indivíduos e enquanto seres sociais. Numa visão de conjunto caraterizamo-nos na nossa 
 
identidade por um conjunto de interinfluências e experiências de vida, de heranças e de 
 
aprendizagens, de realidade e de imaginação.

Porque a arte e os livros são poderosos meios de comunicação, através deles podemos encontrar um espaço de liberdade, para expressar e manifestar os nossos sonhos, projetos e obras pessoais, e que de alguma maneira possam também fazer sentido a outros.

Nestes Diários Gráficos em exposição, trabalhados de forma pessoal pelos alunos de duas turmas do 1º ano da Escola Artística e Profissional Árvore, através do desenho, colagem, pintura, texto poético, prosa, etc. – elementos indispensáveis ao desenvolvimento da expressão pessoal, social e cultural de cada um, articularam a imaginação, razão e emoção, as vivências e as memórias, trazendo novas perspetivas, formas e densidades ao que é significante para cada um.

Também as representações de autorretratos, a partir de caraterísticas da personalidade e de aspetos culturais do meio envolvente que nos influenciam e nos identificam, são demonstrativas de modos de afirmação, de definição do eu perante os outros, e de caraterização da sua identidade singular entre os demais.
 
 
 
DESIGN MODA
 
Adriana Cruz Martins
Ana Beatriz Alves Chaves
Andreia Filipa Martins Ferreira
Andreia Raquel Vieira Lemos
Beatriz Resende Monteiro
Cláudia Sofia Barbosa da Silva
Diogo Maia da Costa
Eduarda Jesus Fernandes
Francisco José Félix Miguel
Helena Rosa dos Santos
Íris Alves Silva
Lívia Rainha Morais
Mafalda Vieira de Sousa
Maria Leonor Lopes Ferreira
Mariana Pereira Valente
Rafael Leite Azevedo
Renata Monteiro Santos
Sara Augusto Rodrigues Sousa
Sara Catarina Gaspar de Sousa
Vânia Oliveira Marques
Vânia Raquel Sousa Alves
Vitória Manuela Moreira Leal
Yara Stefany Varela da Silva
 
DESIGN GRÁFICO

Ruben Miguel Oliveira Castro
Ana Catarina Rodrigues Cerqueira
Ana Filipa da Silva Costa
Ana Rafaela Oliveira Ribeiro
Andreia Ferreira Lopes
Bruna Ferreira dos Santos
Bruna Filipa Monteiro Teixeira
Carlos Alexandre Vilarinho Pereira
Cristiana Isabel Cardoso de Almeida
Daniela Filipa Pereira Loureiro
Diogo Alexandre Alves Barbosa
Fabiana da Silva Mesquita
Francisco José Ferreira Pinto
Gonçalo José Freitas Santos
Ivone Maria Melo Nunes
Joana Maria Gomes Moreira
João Pedro Marçal Vinagre
Júlia Catarina Dias Silva
Lara Celeste Ferreira Oliveira
Mariana Silva Martins de Sousa
Martinha Inês Coutinho Teixeira
Nara Filipa Fernandes Carneiro
Ricardo Jorge Nogueira Flores
Tiago Alexandre da Silva Azevedo
Vasco José Vieira Maia
 
  
   
 
 

 

 
No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, 18 de abril, o Museu Convento dos Lóios, em Santa Maria da Feira, e o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, inauguraram a exposição conjunta de ilustração e caricaturas “O Cajado de Daghdha”, que reúne dois artistas do Eixo Atlântico.
 
 
 O Báculo de Daghdha”,
em português
“ O Cajado de Daghdha”,
do ilustrador galego Norberto Fernández, é a primeira publicação de banda desenhada do Eixo Atlântico, que nasce da vontade de presentear os cidadãos da Eurorregião com uma publicação no âmbito dos 25 anos desta associação transfronteiriça.
 
 
O Castelo de Santa Maria da Feira, a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria e o presidente da Câmara, Emídio Sousa, integram esta história de aventuras, onde os protagonistas percorrem o Caminho Português de Lisboa a Santiago à procura de um tesouro.
 
 
No âmbito desta exposição conjunta, o Museu do Papel Terra de Santa Maria expõe os originais do livro de 48 páginas desta história de aventura, que tem como protagonistas personagens populares da Galiza e Portugal.
 
 
Por sua vez, o Museu Convento dos Lóios expõe o conjunto de caricaturas de todos os autarcas, alcaldes e alcaldesas pertencentes ao Eixo Atlântico aquando a comemoração dos 25 anos desta associação transfronteiriça – criações do caricaturista Adão Silva, natural de Braga.
 
 
A exposição “O Cajado de Daghdha” integra a programação da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico, que decorre em Santa Maria da Feira até ao final deste ano, e estará patente em ambos os museus até 1 de julho.
 
entrada livre
horário

3ª a 6ª
09h30 » 17h00
sáb e dom 14h30 » 17h30
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



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