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Entre janeiro e dezembro de 2018, Santa Maria da Feira acolhe e organiza a V Capital da Cultura do Eixo Atlântico. A programação abre a 13 de janeiro com o concerto FILARMONIA NO FADO e estende-se por 50 semanas, cruzando Arte, Cultura e Conhecimento no Noroeste Peninsular.
 
V Capital da Cultura do Eixo Atlântico
 

  

“A eleição de Santa Maria da Feira como V Capital da Cultura do Eixo Atlântico é o reconhecimento do trabalho por nós desenvolvido nos últimos 20 anos no setor da Cultura, hoje uma marca distintiva do nosso território com impactos evidentes e nível económico, social e turístico”.
Emídio Sousa, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira
 
“Celebrarmos esta edição em Santa Maria da Feira é um motivo de satisfação, não apenas em reconhecimento do esforço que o presidente da Câmara, Emídio Sousa, tem vindo a fazer para colocar o Município no seu devido lugar, mas sobretudo porque um dos eixos da sua estratégia é precisamente a Cultura”.
Alfredo García, presidente do Eixo Atlântico
 
“O objetivo final da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico é, para nós, simultaneamente, a oportunidade de consolidação e difusão do ecossistema cultural do Noroeste Peninsular, construindo um projeto de dimensão europeia, que tem na base a Cultura enquanto elemento fundamental para a consolidação da democracia, do diálogo intercultural e da diversidade”.
Gil Ferreira, vereador do Pelouro da Cultura, Turismo, Bibliotecas e Museus 
 
  
 
À programação associada aos grandes eventos do território, como a Festa das Fogaceiras, o festival Imaginarius, a Viagem Medieval e o parque temático Perlim, juntam-se as novas criações, com a participação da comunidade e/ou em cooperação com outros municípios do Eixo, assim como estreias nacionais e internacionais, que deixarão a sua marca no historial de cinco edições deste acontecimento cultural transfronteiriço.
A extensa programação definida para os 12 meses de 2018 abarca diferentes disciplinas artísticas, como as Artes de Rua, Artes Plásticas, Cinema, Cultura Urbana, Dança, Música, Novo Circo, Stand-Up, Teatro, Teatro de Marionetas, Folclore e Etnografia, Cruzamentos Multidisciplinares, Recriações Históricas, Exposições, Encontros, Colóquios e Seminários, privilegiando as dimensões da criação artística e da participação cultural. No total, são 51 eventos dedicados à celebração da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico.
Destaque para as produções inéditas e apresentações em estreia absoluta, a par dos novos eventos e atividades a realizar em estreita ligação com a comunidade municipal do Eixo Atlântico, partindo do denominador comum História e Cultura do Noroeste Peninsular. Exemplo relevante é o I Encontro do Cancioneiro Tradicional Galaico-Português EM.COM.TRADIÇÕES (setembro), que vai reunir músicos e coletivos da eurorregião para promover a herança musical comum, as artes e ofícios em torno da construção de instrumentos musicais tradicionais, assim como a dimensão etnomuseológica, de investigação e produção de conhecimento em música popular.
A destacar também o colóquio ESTUDOS SOBRE PROTO-HISTÓRIA E ROMANIZAÇÃO NO NOROESTE PENINSULAR (novembro), com enfoque na cultura castreja, resultado de uma parceria do Município de Santa Maria da Feira com a Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Universidade de Basileia.
Novidades na eurorregião são também a realização do SEMINÁRIO DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS NO ÂMBITO DA CULTURA (novembro), que visa a partilha de boas práticas e a capacitação dos técnicos da administração local na área da Cultura, com enfoque no Noroeste Peninsular; o Concurso de Arte Urbana URBANIDADES DO EIXO (de maio a outubro); e o EIXOS – Ciclo de Teatro de Marionetas de Portugal e da Galiza (março).
Numa outra vertente da nova criação, a V Capital da Cultura do Eixo Atlântico integra as premières do FESTIVAL DE CINEMA LUSO-BRASILEIRO (abril), bem como as estreias absolutas das 6 criações inéditas do IMAGINARIUS – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira (maio), concretamente: 2 projetos de criação local; 1 projeto de criação nacional; 2 projetos de criação internacional; e 1 projeto de criação com a comunidade. Nesta edição do festival, 25% da programação global do Imaginarius – que contempla 141 apresentações ao longo de 3 dias e 124 horas de conteúdos de programação – privilegiará a inclusão e a acessibilidade a todos os públicos.
Merecem igual destaque duas novas criações em estreia absoluta na Capital da Cultura: o espetáculo de dança A MATÉRIA MOVE-SE, MAS NÃO SE CONSEGUE ESCAPAR AO SEU PESO, do Ballet Contemporâneo do Norte, com coreografia de Anna Pehrsson e interpretação de Dinis Machado, Jorge Gonçalves e Susana Otero (fevereiro); e o espetáculo multidisciplinar MEDEIA, com a Companhia de João Garcia Miguel e música original de Mário Laginha (abril).
O percurso consolidado de Santa Maria da Feira na vertente das recriações históricas merece particular relevância no programa da Capital, que apresenta 4 eventos que percorrem diferentes períodos da história local e nacional: as INVASÕES FRANCESAS E O MASSACRE DE ARRIFANA (abril); o REGRESSO ÀS ORIGENS NO CASTRO DE ROMARIZ (julho); a VIAGEM MEDIEVAL EM TERRA DE SANTA MARIA (agosto); e as VISITAS ENCENADAS AO CASTELO DA FEIRA (outubro).
Um dos momentos musicais mais singulares da programação da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico será o concerto do lendário guitarrista do Jazz Philip Catherine, que tocou e gravou com importantes nomes da história mundial do Jazz, como Toot’s Thielemans, Jean-Luc Ponty, Chet Baker, Stéphane Grappelli, Charles Mingus, Dexter Gordon, Larry Coryell, Tom Harrell, entre outros. Philip Catherine, que já participou em 22 discos com grandes nomes internacionais da música e editou 15 discos em nome próprio, vai apresentar-se em Santa Maria da Feira com DUO ART, acompanhado pelo contrabaixista Martin Wind, no âmbito da tournée do seu 75º aniversário (outubro).
A V Capital da Cultura do Eixo Atlântico será também o palco de promoção de projetos locais, entre eles os A.M.A. (novembro) e BOOKKEEPERS COM ORQUESTRA MILHEIROENSE (fevereiro), constituindo uma oportunidade e uma montra para promoção das criações com assinatura “Santa Maria da Feira”, mas também dos equipamentos culturais, do património, do espaço público e das comunidades locais.
A transversalidade da programação traduz e evidencia o envolvimento e a participação da comunidade associativa de Santa Maria da Feira, em particular os projetos desenvolvidos no âmbito Programa de Apoio a Projetos Culturais (PAPC) do Município. Da programação fazem parte 12 eventos organizados pelo tecido associativo local e 7 eventos exclusivos com artistas locais.
O orçamento total da programação da V Capital da Cultura do Eixo Atlântico é de 2.223.500,00 ¤ (dois milhões, duzentos e vinte e três mil e quinhentos euros). O investimento direto da autarquia é de 484.000 ¤ (quatrocentos e oitenta e quatro mil euros), sendo o restante valor, na sua maioria, gerado por receitas próprias dos eventos e equipamentos culturais.
 
 
 
 
 
 
 

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