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Viagem Medieval em Terra de Santa Maria

27 de julho a 7 de agosto

Santa Maria da Feira

 

 

 

O Museu do Papel e o Museu Convento dos Lóios,
partilhando o mesmo espaço,
‑ o Claustro Convento dos Lóios ‑
propõe aos visitantes aprender a arte de fazer papel, manuseando os utensílios adequados à produção de uma folha de papel especial.

Após a execução desta folha de papel, o visitante poderá ser o copista, escrevendo com pena de ganso ou cálamo, as cantigas de amor de D. Dinis. Também será feita uma breve descrição de como se fazia a tinta ferro gálica, seguindo receitas originais.

 

No final, o visitante poderá levar o seu manuscrito “a cheirar a rosas” e lacrado com o selo dos Lóios.

 

 

 

 

 “Aos Papéis!

Porto, 2016
Exposição de Livros de Artista “fragmentos…”
Maio-Julho 2016

de 18 de junho a 20 de julho
Exposição de livros de artista “fragmentos…”
Local: Museu do Papel
 
Artistas: André Alves; André Sousa; Bárbara Rocha; Bruno Castro; Daniel Moreira e Rita Castro Neves; Do Carmo Vieira; Eduardo Sama; Filipe Felizardo; José Rosinhas; Madame Zine; Manuel Santos Maia; Nuno Gandra; Pedro Simões; Rita Roque e Isabel Aguiar; Rui Neto; Sara Roccio; Sílvia Simões; Sofia Meira; Walter Almeida;Excavations Project; Projeto Luz em Flash; Projeto Memórias-Metamorfoses; TicketBooks Project
Curadoria: Cristina de OAlves
 

 

A 4ª edição do evento “Aos Papéis”, que tem sido apoiado e desenvolvido na Escola Artística e Profissional Árvore, traduz a vocação artística da escola e a vontade desta se abrir ao exterior, disponibilizando neste evento momentos de partilha a quem possa ter interesse na área dos livros de artista, das edições de autor, publicações independentes e nas variadas técnicas de trabalhar o papel. Assim sendo o projeto este ano realça mais uma vez uma exposição de livros de artista e conta pela primeira vez com a parceria do Museu do Papel.
 
 
“Talvez o Livro de Artista seja um estado de espírito. Apesar da falta de eficácia aparente, eles fazem parte de uma corrente primordial e significativa no mundo da arte”. LYONS, Joan (1985)
 
Livros de fragmentos, de textos feitos de textos, de pedaços de vida pensada, de excertos de corpos e de teorias, livros cartográficos, onde o rumo, eu diria plural, são momentos de pausa, de iluminação sobre as distâncias e as proximidades, livros que não sei o que serão, onde param mas vêm ao nosso encontro e/ou que nos aguardam. Será assim que vamos descobrir os objectos imaginados livros desta exposição, os livros retalhos, os livros que não são livros, os livros páginas, desenhos, fotografias, os únicos, os reproduzidos, os livros dos artistas, os livros de artista… os que se repetem, os irrepetíveis, os conhecidos, os desconhecidos, os que reconheceremos.

 

Cristina de OAlves, 2016
 

 

Núcleo expositivo "da Floresta ao Papel"

 novo núcleo da exposição permanente do
Museu do Papel

 

  O novo grande núcleo “Da Floresta ao Papel” integra a exposição permanente do Museu do Papel, divulgando a História mais recente da Indústria do Papel em Portugal

 Exposição realça a diversidade e sustentabilidade dos produtos papeleiros e o seu contributo para a renovação e valorização da floresta portuguesa

 Milhares de crianças e jovens vão poder aprender que o papel é um produto renovável, reciclável e amigo do ambiente

 
Dirigida especialmente ao público escolar, esta exposição vem enriquecer a oferta do Museu do Papel com novos conteúdos interpretativos sobre a História mais recente da Indústria de pasta e papel em Portugal, e pretende ser um contributo para dar a conhecer o ciclo sustentável da produção do papel, bem como para mostrar a importância estruturante das indústrias da pasta e papel na geração de riqueza, emprego e bem-estar em Portugal.
 
Dividida em oito sub-núcleos que permitem ao visitante “viajar” desde a floresta até ao contacto direto com os tipos de papel disponíveis para as mais diversas utilizações, a exposição “Da Floresta ao Papel” integra um conjunto de soluções interativas e vários suportes de comunicação em papel evidenciando a complementaridade dos dois suportes de comunicação: papel e digital.
 
Este novo núcleo expositivo do Museu do Papel vai assim proporcionar aos visitantes uma viagem de conhecimento das diferentes fases do processo de fabrico de papel, assente na utilização de fibra virgem, desde a investigação laboratorial (I&D) à reflorestação, com ênfase na conservação da biodiversidade e na proteção florestal, passando pela utilização de energias renováveis e pela adoção de processos de produção eco-eficientes de pasta de celulose e de papel.
 
Em suma, esta exposição visa também realçar a diversidade e sustentabilidade dos produtos papeleiros e o seu contributo para a renovação e valorização da floresta portuguesa, sublinhando a importância desta indústria para o desenvolvimento económico, social e ambiental do País.
 
 

   Press-Release 




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